Como saber se tem
um Vírus Informático

Introdução

Os seguintes exemplos são indicações de que o computador se encontra infectado com alguma espécie de vírus informático. Estes problemas podem, por vezes, não ser causados por um virús, mas sim por conflitos de sistema, hardware danificado, falta de espaço no disco, falha de memória, fragmentação e outros, mas a sua existência é uma boa indicação.

Principais Sintomas:
  • Os programas demoram mais tempo a carregar do que o normal.
  • O disco rígido encontra-se constantemente sem espaço livre.
  • A “drive” de disquetes e/ou o disco operam sem serem usadas.
  • Novos ficheiros aparecem no sistema sem razão aparente.
  • Novos ficheiros ou alterações com nomes estranhos ou complexos.
  • Avisos sonoros do computador ou teclado sem razão aparente.
  • Estranhos gráficos ou mensagens aparecem no ecrã.
  • Sem acesso ao disco rígido quando inicializando (boot) através de um CD ou disquete.
  • O tamanho dos programas está em constante alteração.
  • A memória convencional disponível é menor sem motivo aparente.
  • Os programas funcionam de forma estranha.
  • Erros e Falha geral do sistema (ecrã azul).
  • Ficheiros corruptos ou inexistentes sempre que a máquina é reiniciada.
  • Constante perda ou eliminação de dados.

Se apresenta alguns destes sintomas o melhor será correr um programa de Antivírus, dirija-se a Como Remover os Vírus do seu Computador

As possibilidades de contrair um vírus informático reduzem muito se tomar as seguintes precauções recomendadas:

  • Disquetes e Discos Portáteis (Zips, CDs, etc.)
    Mesmo as fontes mais fidedignas podem ser perigosas, já que um CD pode estar infectado sem que a pessoa ou empresa responsável pelo mesmo tenha conhecimento desse facto. Felizmente os programas antivírus encontram-se actualmente muito mais disseminados.
  • Internet
    Uma das formas de propagação mais comuns para os vírus informáticos é a Internet, que teve um crescimento enorme nos últimos anos e considerada hoje a principal fonte de informação global. A constante partilha de documentos e programas é a forma mais fácil de propagação de vírus e outro código malicioso. Claro que a maior parte dos sítios de boa reputação na Internet correm antivírus. A melhor opção, é sempre analisar os ficheiros descarregados com um antivírus antes de os abrir.
  • Correio Electrónico (E-mail)
    Receber vírus por e-mail é outra das formas mais comuns de propagação. Normalmente o contágio acontece ao abrir um ficheiro anexado a uma mensagem de e-mail. Atenção também para os programas de e-mail que utilizam o Microsoft Word pois, se o programa estiver a usar automaticamente o Word como leitor, o vírus pode ser executado ao ler o conteúdo.
  • Redes Locais
    As companhias actuais usam redes de comunicação internas para ligar todos os computadores da empresa. Normalmente, as estações de trabalho (workstations) estão ligadas a um computador central, denominado servidor, que recebe e distribui toda a informação que se encontra na rede. Este servidor ao ser infectado, pode atingir todas as estações de trabalho. Hoje, a segurança destas redes é uma prioridade para as empresas, que as protegem recorrendo a hardware e software com capacidades de “firewall” e “antivírus”.

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